Mais Complicações: Chang viajou para Portugal e não há registos bilhetes de voo, hotel, vistos, etc


A juíza Sagra Subroyen negou liberdade provisória a Manuel Chang, mediante caução, argumentando que tal decisão não seria a favor da realização da justiça.

Apesar dos passaportes de Manuel Chang terem sido confiscados pelo Tribunal, isso não garante que não possa obter outros e fugir, disse a Juíza.






Na longa sentença cuja leitura durou mais de 2 horas, a juíza disse que Chang tem mais contas bancárias que não as revelou ao tribunal e que aquando da sua detenção, Chang foi solicitado a declarar seu património mas este omitiu uma parte significativa dos seu património.

Segundo o tribunal, em Outubro de 2018 Chang viajou a Portugal mas nos extractos bancários fornecidos ao tribunal não há registos de pagamentos de bilhetes de voo, hotel, vistos, alimentação. “Como foram feitos estes pagamentos e quanto custaram”, questionou a juíza, concluindo depois que “presume-se que (Chang) tem outras contas ou fontes de rendimentos que não revelou ao tribunal”.





A próxima sessão está marcada para o dia 26 de fevereiro e vai julgar o pedido de extradição de Manuel Chang aos EUA.



Mais Complicações: Chang viajou para Portugal e não há registos bilhetes de voo, hotel, vistos, etc Mais Complicações: Chang viajou para Portugal e não há registos bilhetes de voo, hotel, vistos, etc Reviewed by Z on fevereiro 15, 2019 Rating: 5

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