Na África do Sul, Robert Mearkle observou que pela lei da extradição de Moçambique, Chang não pode ser julgado em Moçambique e depois enviado à "terra do Uncle Sam", mas o contrario pode acontecer nos EUA


Houve uma solicitação formal por parte da Embaixada dos EUA, ao governo sul-africano para que não extradite o antigo ministro das Finanças moçambicano, Manuel Chang, para Moçambique, enquanto os americanos procuram uma revisão legal da decisão de Pretória de o fazer.





Robert Mearkle, porta-voz da embaixada, fez observação muito interessante: a lei norte-americana permite que Chang, que enfrenta enormes acusações de fraude nos EUA e em Moçambique, seja julgado primeiro nos EUA e depois em Moçambique.

“Também notamos que a lei de extradição dos EUA permite que Chang enfrente a justiça em ambos os países - primeiro nos Estados Unidos, depois em Moçambique. A lei moçambicana não oferece a mesma disposição ” disse.





Robert Mearkle tambem acrescentou que a embaixada dos EUA em Pretória acredita que Chang ainda está na África do Sul, relata Dayly Maverick em um artigo assinado por Peter Fabricius. 

Depois que a corte do magistrado de Kempton Park determinou que Chang poderia legalmente ser extraditado para os Estados Unidos ou Moçambique, o ministro da Justiça, Michael Masutha, anunciou em 21 de maio que seria extraditado para Moçambique.



Na África do Sul, Robert Mearkle observou que pela lei da extradição de Moçambique, Chang não pode ser julgado em Moçambique e depois enviado à "terra do Uncle Sam", mas o contrario pode acontecer nos EUA Na África do Sul, Robert Mearkle observou que pela lei da extradição de Moçambique, Chang não pode ser julgado em Moçambique e depois enviado à "terra do Uncle Sam", mas o contrario pode acontecer nos EUA Reviewed by Z on junho 01, 2019 Rating: 5

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